Como usar esta biblioteca
Estes livros estão em domínio público e podem ser lidos gratuitamente no Project Gutenberg. Eles atravessam épocas e línguas, mas compartilham um interesse: o que é suficiente para viver bem.
Use-os para estudar ideias e ampliar repertório. Ao citar, indique a fonte e escreva com suas palavras: uma obra em domínio público pode ser lida livremente, mas reproduzir trechos sem indicar autoria continua sendo má prática. Veja também Leituras e fontes (livros contemporâneos) e As origens da vida simples.
O texto original pode estar em domínio público, mas uma tradução recente tem proteção própria. Os links abaixo apontam para edições que o Project Gutenberg disponibiliza livremente.
Em inglês
- Walden; On the Duty of Civil Disobedience (Henry David Thoreau) — o relato de viver com pouco em uma cabana e a pergunta sobre o que é realmente necessário.
- Walking (Henry David Thoreau) — ensaio sobre caminhar, liberdade e clareza ao ar livre.
- Essays — First Series (Ralph Waldo Emerson) — contém “Self-Reliance”, sobre confiar no próprio julgamento em vez de seguir o rebanho.
- The Enchiridion (Epicteto) — manual estoico para distinguir o que depende de nós do que não depende.
- The Golden Sayings of Epictetus (Epicteto) — máximas sobre desejo, liberdade e suficiência.
- Meditations (Marco Aurélio) — anotações pessoais de um imperador estoico sobre moderação, dever e o que tem valor.
- Minor Dialogues (Sêneca) — reúne “Sobre a brevidade da vida” e outros diálogos sobre o uso do tempo e das posses.
- Seneca’s Morals of a Happy Life (Sêneca) — conselhos sobre contentamento e vida virtuosa.
- The Practice of the Presence of God (Irmão Lawrence) — atenção e simplicidade interior no cotidiano.
- The Simple Life (Charles Wagner) — a simplicidade como postura de vida, além da arrumação.
- Thrift (Samuel Smiles) — economia, trabalho e a virtude de viver dentro dos próprios meios.
- Essays of Montaigne (Michel de Montaigne) — reflexões sobre moderação, solitude e o que basta para uma boa vida.
- Candide (Voltaire) — sátira que termina no convite a “cultivar o próprio jardim”.
- The Consolation of Philosophy (Boécio) — diálogo sobre fortuna, bens materiais e o que não pode ser tirado.
Em francês
- La vie simple (Charles Wagner) — o original francês de The Simple Life.
- Essais de Montaigne — Volume I (Michel de Montaigne) — edição francesa das reflexões sobre moderação e vida interior.
- Candide, ou l’optimisme (Voltaire) — o original francês da sátira ao otimismo ingênuo.
- Aphorismes sur la sagesse dans la vie (Schopenhauer) — tradução francesa dos aforismos sobre o que contribui para uma vida menos infeliz.
Em alemão
- Aphorismen zur Lebensweisheit (Arthur Schopenhauer) — aforismos sobre saúde, posses, honra e o que de fato afeta o bem-estar.
Em latim
- De consolatione philosophiae (Boécio) — o texto latino sobre a fortuna e os bens que não dependem das circunstâncias.
E em português?
Clássicos como Walden, as Meditações ou os diálogos de Sêneca têm traduções recentes para o português, e essas traduções costumam ter proteção própria. Por isso, não as listamos aqui.
Para obras em domínio público em português, consulte o Portal Domínio Público e a Biblioteca Nacional Digital. Textos originais em português especificamente sobre minimalismo são raros nesses acervos — a maior parte do material brasileiro sobre o tema é recente.
Ler os clássicos na língua original (inglês, francês, alemão ou latim) evita a barreira das traduções protegidas e aproxima você da fonte.